Postado em 18.05.2012
Postado em 13.11.2011
Mártin Lavies é um free-bodyboarder do Rio Grande do Sul de muita atitude dentro e fora da água. Ele lidera o Movimento de Proteção ao Surfista que tem como principal objetivo diminuir o número de mortes acidentais dos surfistas em redes de pesca através da demarcação das áreas de surfe nas praias do estado.
Em 2011, ele realizou a viagem de sonhos de qualquer bodyboarder e divide conosco sua experiência nas clássicas ondas da Indonésia:
Mentawai Islands – Setembro de 2011
Uma viagem para Indonésia é algo que todo bodyboarder sonha, pode perguntar para qualquer um que surfa. Comigo não foi diferente e neste ano de 2011, em setembro, consegui realizar este grande sonho. A idéia, porém, foi além. Conversando com amigos acabamos reunindo 10 surfistas e alugamos um barco de 70 pés, através de uma agência de surfe, para chegar até as Ilhas Mentawai na Indonésia e lá desfrutar de 14 dias com ondas perfeitas e cristalinas quebrando em uma rasa banda de corais, o que deixa a onda muito rápida e tubular.
As ondas nas Mentawai são ideais para a prática do bodyboard, pois proporcionam muitos tubos e manobras tanto na base (rasgadas e 360ºs) como no lip (aéreos, rolos, backflips). Porém todo cuidado é pouco na aterrissagem destas manobras devido à proximidade com os corais. A maioria das ondas que surfamos foram esquerdas, mas às direitas também fizeram a cabeça do pessoal. Nesta trip surfamos picos como: Hide Ways, Ice Land, Thunders, Macarronis, Pit Stop, Bang Bang, Lances Left, Lances Right e Malakopa.
Numa viagem como esta é essencial para qualquer bodyboarder ter os equipamentos em bom estado, para poder radicalizar em cada parte da onda, pois as ondas começam com um drop considerado mais “gordo” e vão evoluindo até chegar à bancada mais rasa, tornando algumas sessões muito tubulares, onde só existe um lugar para passar por ela, o tubo. Prancha, pé-de-pato e cordinha são itens que devem estar presente em dobro, pois não existe onde comprar equipamento quando se está em alto mar e esperar chegar em terra pode fazer você perder a oportunidade de surfar a onda de sua vida.
O condicionamento físico também deve estar em alto nível, pois as exigências serão muitas. Apesar de não precisar se desgastar para chegar até a rebentação com remadas fortes e joelinhos, o próprio surfe e a continuidade dele por vários dias deixa qualquer um com pouco fôlego.
Portanto, se você deseja surfar as melhores ondas do mundo, em alto nível, é melhor estar com o equipamento em dia, preparo físico e muita disposição.
Postado em 11.10.2011

A Bodyboarding Brasil, a partir deste post, inaugura uma série de DICAS DE BODYBOARD para trazer aos seus leitores todo o “ABC” do esporte.
São informações sobre a escolha da prancha em relação ao tamanho, a rabeta, aos materiais e aos shapes; manobras; competição e muitas dicas importantes para atletas iniciantes e até para aqueles com conhecimento mais avançado!
Aproveitem todo o material que estará disponível no site e amplie seus conhecimentos!
A série começa com a escolha da prancha em relação ao tamanho.
Escolha da prancha:
O conceito da melhor prancha de bodyboarding mudou-se no decorrer dos anos.
Hoje não basta que ela seja a melhor em termos de matérias prima e de técnica de fabricação, mas ela tem que ser a melhor prancha para as suas características (em relação ao tamanho) e as suas necessidades (em relação à configuração de materiais). Com estes dois conceitos bem definidos, começa-se a procura pela prancha ideal.
Tamanho:
O tamanho não segue uma regra fixa, por isso muitos ensinamentos da cultura popular podem ser utilizados em conjunto.
A medida do umbigo é uma forma de saber se a prancha está proporcional a sua altura, mas lembre-se que o umbigo não tem a mesma medida para todas as pessoas. Por isso, esta medida pode ser apenas uma das referências na escolha do tamanho correto. Com os pés descalços e uma postura reta, coloque a prancha a sua frente. A altura da prancha deve ser próxima à localização do seu umbigo como nesta foto com Eder Luciano. Olhando-se à frente de um espelho, também é possível visualizar se a prancha está proporcional para você.

Outra forma de visualizar se prancha também está proporcional a sua estatura é segurá-la em baixo do braço. Sua mão deve envolver a prancha de modo que você consiga segurá-la de uma forma confortável. A prancha não pode parecer nem muito estreita, nem muito larga a ponto de você não conseguir segurá-la neste sentido lateral.

O diferencial das pranchas comercializadas pela B2BRShop se destaca por dois quesitos:
a) matérias primas: a grande indústria NMD/VS somente utiliza matérias primas registradas, ou seja, de grandes indústrias químicas que detém o registro do material e isso garante que somente materiais originais sejam usados nas pranchas.
b) técnica de fabricação: é outro fator fundamental na construção de uma prancha de bodyboard. A NMD/VS possui grandes máquinas, como a CNC Precision e também um grupo de engenheiros para desenvolver outras grandes ferramentas personalizadas para sempre aperfeiçoar as técnicas de fabricação.
O resultado pode ser verificado diretamente no resultado da prancha, pois você terá um produto de excelente acabamento, ótima resistência e de alta performance.
O tamanho então deve ser proporcional à altura e ao peso do praticante, levando em consideração que as marcas de pranchas comercializadas pela B2BRShop oferecem flutuação para cerca de 100kg em uma prancha tamanho 40, por exemplo.
O tamanho da prancha de bodyboard também deve ser proporcional ao tamanho da onda. Para ter melhor desempenho em ondas grandes, opte por tamanhos ligeiramente menores do que àqueles que você usa normalmente. E para obter melhor performance em ondas pequenas, opte por uma prancha maior, mais larga e com mais espessura. Estas características lhe oferecem mais flutuação e por isso melhor desempenho em condições fracas de ondas.
Para iniciantes, o que se sugere é que a primeira prancha deve ser proporcional a estatura e com características mais abrangentes para qualquer tipo de onda. Posteriormente, faz-se necessário que cada atleta componha seu quiver de pranchas com mais variedades de shapes, tamanhos e configurações de materiais para obter o melhor desempenho para cada condição específica de ondas.
Postado em 25.09.2011
Luis Villar e Isabela Sousa vencem a terceira etapa do Circuito Brasileiro, realizada em São João da Barra/RJ, e as disputas ficam ainda mais intensas para o título do ano!
Eder Luciano venceu as duas primeiras etapas realizadas em Búzios/RJ e em Salvador/BA e assim poderia ter sido campeão antecipado antes mesmo da última etapa que encerrará o Circuito em Outubro. Apesar de muito concentrado em seu objetivo, o atleta 5º do ranking mundial de 2010, acabou eliminado na terceira fase deste evento. Mesmo com a saída precoce, Eder mantém a liderança do circuito com praticamente 400 pontos de vantagem para o segundo colocado, seu conterrâneo catarinense, Luis Villar.
LG avançou para o terceiro round depois da segunda colocação conquistada na sua primeira bateria. Assim, ele eliminou o cearense Roberto Bruno para chegar à quarta fase, quando enfrentaria o bahiano campeão mundial Uri Valadão. Luis avançou para a semi para enfrentar o potiguar Marcus Lima. Na final, ele enfrentou Helinton Loureiro, que também está na disputa do título ao chegar na terceira posição do ranking depois deste vice-campeonato.
Entre as mulheres, Isabela Sousa venceu suas baterias com pontuações expressivas desde a primeira fase. Na final, ela enfrentou a capixaba Joany Duarte e contou com sua experiência de campeã brasileira e mundial para vencer a adversária que se profissionalizou este ano no esporte.
Na categoria Pro Trials, o atleta local da praia Thiago Correa foi o vencedor em uma forte disputa contra o líder da categoria, Iraí Rodrigues, que ficou em segundo, e também contra o vice-líder, Francirley Ferreira que finalizou o evento na quarta colocação. O terceiro colocado foi Adriano Minguta.
Thiago Correa também competiu a categoria Open e, apesar de ter sido segundo colocado, ainda está na liderança do ranking. Raul José foi o vencedor e agora está na vice-liderança. Em terceiro ficou Ailton Neto e Dionathan Barroso, em quarto.
Na categoria Sub-16, Marcyus Thompson foi o vencedor. Gabriel Santana, o vice. Socrates Santana e Matheus Bastos foram terceiro e quarto colocados respectivamente.
O encerramento do Circuito acontecerá com a quarta etapa, na Praia de Ipanema, Rio de Janeiro, entre os dias 20 e 23 de outubro e assim serão coroados os campeões nacionais de 2011!
Postado em 22.09.2011
A terceira etapa do Circuito Brasileiro de Bodyboarding acontece a partir de hoje em São João da Barra/RJ, até o dia 25 de setembro.
Neste primeiro dia, participaram das disputas as categoria pro trials, open masculino e sub 16. Mas a grande expectativa está sobre a categoria Super TOP que deve entrar na água nesta sexta feira.
Eder Luciano disputa a primeira bateria contra Roberto Bruno, Marcus Lima e Anderson de Souza.
Uri Valadão está na segunda disputa contra Luis Villar, Alexandre Milazzo e Diego da Silva.
Na terceira bateria, Bruno Invyk, Helinton Loureiro, Sanderson Trevisan e Erisberto Abrantes.
Leonardo Costa, Israel Eduardo, Stephan Stamm e Wanderson Araújo compõe a quarta e última bateria desta primeira fase.
O formato de competição leva o atleta primeiro colocado desta fase direto para a quarta fase.
Os demais competidores, competem novamente entre si na segunda e terceira fase em uma espécie de repescagem até que o vencedor de cada bateria da terceira fase irá competir contra os atletas que se classificaram da primeira para a quarta.
Os quatro atletas classificados na quarta fase classificam-se para a semifinal em formato homem x homem e assim os dois vencedores disputam a grande final!
0 comentários
Comente agora!









