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A história do Bodyboarding no Hawaii

Postado em 28.01.2012

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"A temporada havaiana já esta bombando e os bodyboarders começaram a invasão que dura até meados de março!

Deixo aqui uma dica para os que vão visitar as ilhas. Para aproveitar os poucos dias de flat ou até mesmo para depois das sessões de surf, já que no inverno havaiano anoitece cerca de 17h40min, vale muito conhecer os diversos museus espalhados por Oahu. Desde os mais famosos, como o Bishop Museum em Honolulu, ao aconchegante Surf Museum em Haleiwa.

O Bishop Museum fica no Nº 1525 da Bernice Street. Aberto todos os dias, menos terça-feira. O preço é salgado, U$ 17, mas vale cada centavo. Você poderá ver exposições sobre a história das ilhas, fauna e flora.

O Surf Museum fica no North Shore Marketplace no Nº 66-250 da Kamehameha Highway. O horário é mais flexível e a entrada é grátis.

O museu parece uma surfshop dos anos 50-60. Repleto de pranchas de todos os tipos, muitos equipamentos, placas, fotos e cartazes. E o mais interessante é que algumas peças estão mesmo à venda.

Quando visitei o museu, três modelos de paipo com fabricação entre 1950 e 1966 estavam em exposição. Além de algumas nadadeiras, sendo que uma delas, o modelo Churchill de 1950 apresentava perfeito estado!
Neste local, conheci algumas histórias impressionantes sobre as raízes do nosso esporte. O Rei Kamehameha (1758-1819), que era um sagaz estrategista, durante a sua luta para unificar as ilhas, teve um grupo especial de guerreiros sob o seu comando.

Este grupo de valentes guerreiros era uma espécie de batedores. Tinham como objetivo mapear e espionar os inimigos em áreas de difícil acesso, muitas vezes nas praias protegidas por enormes costões vulcânicos e que só tinham acesso pelo mar com ondas poderosas.

Eles também faziam incursões em rios e muitas vezes entravam em combate aproveitando-se do elemento surpresa, pois chegavam através de locais que o inimigo jamais imaginaria.

Pois bem, o instrumento que estes batedores utilizavam para a função nada mais era que o paipo, a prancha ancestral do nosso esporte.

Munidos de um paipo, estes guerreiros tiveram papel importantíssimo na unificação das ilhas havaianas sob o comando de Kamehameha. O paipo tinha diversas vantagens e a principal de todas era o tamanho perfeito para a função, pois além de transportar o guerreio em qualquer condição de mar, servia também como escudo durante os combates em terra. Ou seja, os batedores de paipo faziam a linha de frente de Kamehameha e eram uma espécie de tropa de elite do Rei.

Portanto, se atitude dos bodyboarders em todo o mundo é sempre muito corajosa a explicação nasceu na origem: este é um esporte de guerreiros.



Umas das mais antigas ilustrações que retrata o paipo representa um dos desembarques do Capitão James Cook na ilha havaiana em 1779.



Outra famosa pintura de Hilo Bay mostra nativos se divertindo com o paipo em 1850
."



Este texto foi elaborado pelo bodyboarder profissional, juiz de bodyboarding e advogado Fernando Torres, administrador do site www.bodyboard.com.br. Ele é um dos atletas de maior experiência no sul do país e, em sua última viagem ao Hawaii, visitou estes museus e vivenciou toda a magia que cerca a terra natal de nosso esporte!

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Ben Player na King Island

Postado em 21.12.2011

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Dicas de Bodyboard - escolha da prancha - acerte no tamanho

Postado em 11.10.2011

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A Bodyboarding Brasil, a partir deste post, inaugura uma série de DICAS DE BODYBOARD para trazer aos seus leitores todo o “ABC” do esporte.

São informações sobre a escolha da prancha em relação ao tamanho, a rabeta, aos materiais e aos shapes; manobras; competição e muitas dicas importantes para atletas iniciantes e até para aqueles com conhecimento mais avançado!
Aproveitem todo o material que estará disponível no site e amplie seus conhecimentos!
A série começa com a escolha da prancha em relação ao tamanho.

Escolha da prancha:
O conceito da melhor prancha de bodyboarding mudou-se no decorrer dos anos.

Hoje não basta que ela seja a melhor em termos de matérias prima e de técnica de fabricação, mas ela tem que ser a melhor prancha para as suas características (em relação ao tamanho) e as suas necessidades (em relação à configuração de materiais). Com estes dois conceitos bem definidos, começa-se a procura pela prancha ideal.

Tamanho:
O tamanho não segue uma regra fixa, por isso muitos ensinamentos da cultura popular podem ser utilizados em conjunto.

A medida do umbigo é uma forma de saber se a prancha está proporcional a sua altura, mas lembre-se que o umbigo não tem a mesma medida para todas as pessoas. Por isso, esta medida pode ser apenas uma das referências na escolha do tamanho correto. Com os pés descalços e uma postura reta, coloque a prancha a sua frente. A altura da prancha deve ser próxima à localização do seu umbigo como nesta foto com Eder Luciano. Olhando-se à frente de um espelho, também é possível visualizar se a prancha está proporcional para você.
 



Outra forma de visualizar se prancha também está proporcional a sua estatura é segurá-la em baixo do braço. Sua mão deve envolver a prancha de modo que você consiga segurá-la de uma forma confortável. A prancha não pode parecer nem muito estreita, nem muito larga a ponto de você não conseguir segurá-la neste sentido lateral.


O diferencial das pranchas comercializadas pela B2BRShop se destaca por dois quesitos:

a) matérias primas: a grande indústria NMD/VS somente utiliza matérias primas registradas, ou seja, de grandes indústrias químicas que detém o registro do material e isso garante que somente materiais originais sejam usados nas pranchas.

b) técnica de fabricação: é outro fator fundamental na construção de uma prancha de bodyboard. A NMD/VS possui grandes máquinas, como a CNC Precision e também um grupo de engenheiros para desenvolver outras grandes ferramentas personalizadas para sempre aperfeiçoar as técnicas de fabricação.

O resultado pode ser verificado diretamente no resultado da prancha, pois você terá um produto de excelente acabamento, ótima resistência e de alta performance.

O tamanho então deve ser proporcional à altura e ao peso do praticante, levando em consideração que as marcas de pranchas comercializadas pela B2BRShop oferecem flutuação para cerca de 100kg em uma prancha tamanho 40, por exemplo.

O tamanho da prancha de bodyboard também deve ser proporcional ao tamanho da onda. Para ter melhor desempenho em ondas grandes, opte por tamanhos ligeiramente menores do que àqueles que você usa normalmente. E para obter melhor performance em ondas pequenas, opte por uma prancha maior, mais larga e com mais espessura. Estas características lhe oferecem mais flutuação e por isso melhor desempenho em condições fracas de ondas.

Para iniciantes, o que se sugere é que a primeira prancha deve ser proporcional a estatura e com características mais abrangentes para qualquer tipo de onda. Posteriormente, faz-se necessário que cada atleta componha seu quiver de pranchas com mais variedades de shapes, tamanhos e configurações de materiais para obter o melhor desempenho para cada condição específica de ondas.

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Luis Villar e Isabela Sousa vencem etapa do Brasileiro de Bodyboarding

Postado em 25.09.2011

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Luis Villar e Isabela Sousa vencem a terceira etapa do Circuito Brasileiro, realizada em São João da Barra/RJ, e as disputas ficam ainda mais intensas para o título do ano!

Eder Luciano venceu as duas primeiras etapas realizadas em Búzios/RJ e em Salvador/BA e assim poderia ter sido campeão antecipado antes mesmo da última etapa que encerrará o Circuito em Outubro. Apesar de muito concentrado em seu objetivo, o atleta 5º do ranking mundial de 2010, acabou eliminado na terceira fase deste evento. Mesmo com a saída precoce, Eder mantém a liderança do circuito com praticamente 400 pontos de vantagem para o segundo colocado, seu conterrâneo catarinense, Luis Villar.

LG avançou para o terceiro round depois da segunda colocação conquistada na sua primeira bateria. Assim, ele eliminou o cearense Roberto Bruno para chegar à quarta fase, quando enfrentaria o bahiano campeão mundial Uri Valadão. Luis avançou para a semi para enfrentar o potiguar Marcus Lima. Na final, ele enfrentou Helinton Loureiro, que também está na disputa do título ao chegar na terceira posição do ranking depois deste vice-campeonato.

Entre as mulheres, Isabela Sousa venceu suas baterias com pontuações expressivas desde a primeira fase. Na final, ela enfrentou a capixaba Joany Duarte e contou com sua experiência de campeã brasileira e mundial para vencer a adversária que se profissionalizou este ano no esporte.

Na categoria Pro Trials, o atleta local da praia Thiago Correa foi o vencedor em uma forte disputa contra o líder da categoria, Iraí Rodrigues, que ficou em segundo, e também contra o vice-líder, Francirley Ferreira que finalizou o evento na quarta colocação. O terceiro colocado foi Adriano Minguta.

Thiago Correa também competiu a categoria Open e, apesar de ter sido segundo colocado, ainda está na liderança do ranking. Raul José foi o vencedor e agora está na vice-liderança. Em terceiro ficou Ailton Neto e Dionathan Barroso, em quarto.

Na categoria Sub-16, Marcyus Thompson foi o vencedor. Gabriel Santana, o vice. Socrates Santana e Matheus Bastos foram terceiro e quarto colocados respectivamente.

O encerramento do Circuito acontecerá com a quarta etapa, na Praia de Ipanema, Rio de Janeiro, entre os dias 20 e 23 de outubro e assim serão coroados os campeões nacionais de 2011!

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Brasileiro de bodyboarding tem início nesta quinta feira

Postado em 22.09.2011

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A terceira etapa do Circuito Brasileiro de Bodyboarding acontece a partir de hoje em São João da Barra/RJ, até o dia 25 de setembro.
Neste primeiro dia, participaram das disputas as categoria pro trials, open masculino e sub 16. Mas a grande expectativa está sobre a categoria Super TOP que deve entrar na água nesta sexta feira.

Eder Luciano disputa a primeira bateria contra Roberto Bruno, Marcus Lima e Anderson de Souza.

Uri Valadão está na segunda disputa contra Luis Villar, Alexandre Milazzo e Diego da Silva.

Na terceira bateria, Bruno Invyk, Helinton Loureiro, Sanderson Trevisan e Erisberto Abrantes.

Leonardo Costa, Israel Eduardo, Stephan Stamm e Wanderson Araújo compõe a quarta e última bateria desta primeira fase.

O formato de competição leva o atleta primeiro colocado desta fase direto para a quarta fase.

Os demais competidores, competem novamente entre si na segunda e terceira fase em uma espécie de repescagem até que o vencedor de cada bateria da terceira fase irá competir contra os atletas que se classificaram da primeira para a quarta.

Os quatro atletas classificados na quarta fase classificam-se para a semifinal em formato homem x homem e assim os dois vencedores disputam a grande final!

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