RODRIGO MONTI

Rodrigo Monti é um dos mais antigos competidores do cenário brasileiro. Com uma bagagem de mais de 20 anos de esporte, ele é um dos maiores especialistas em pranchas de bodyboarding no país.


Toda a linha da B2BR é projetada e configurada pelo atleta junto ao mestre dos shapes "Nick Mez", de forma a possibilitar uma prancha com a qualidade da renomada NMD para o exigente gosto do bodyboarder brasileiro.


Ele é quem coordena a equipe de designers e shapers na dura tarefa de adaptar as melhores pranchas do mundo às nossas características de país tropical.


Monti é um atleta multi-campeão nas competições, mas hoje se dedica a fotografia, aos vídeos e ao desenvolvimento do seu trabalho na B2BR.


PERFIL DE RODRIGO MONTI

Idade: 34 anos

Peso: 85 kg

Altura: 178cm

Sua onda: Qualquer uma do oceano!

Principais títulos: Tetra campeão estadual e Vice campeão Sul Brasileiro

Circuito mundial:Top 30 em 2008. Este ano, volto ao circuito mundial para buscar uma vaga junto à elite do esporte.

Ondas preferidas: Qualquer onda que seja rápida e tubular. Hoje não tenho locais preferidos, apenas busco um local com as melhores condições.

Ondas que quer surfar: Pipeline (Hawaii), The Box (Austrália), Uluwatu e Padang (Indonésia)

Manobra preferida: Tubo é a manobra que mais gosto. Manobras de força como o El rolo e Back Flip também.

Uma mensagem para os atletas que querem seguir os seus passos: Juntos, podemos reescrever a historia do Bodyboarding. Não basta surfar e só competir, temos que fazer tudo e mais um pouco para poder fazer nosso esporte maior! A realidade é que não basta ganhar competições para ser um bom atleta atualmente. Os patrocinadores buscam aqueles que tenham um bom portfólio de fotos e vídeos; que tenham amigos e seguidores em redes sociais; que sejam bons formadores de opinião, que estimulem o surgimento de novos atletas entre tantas outras coisas. Por isso não adianta ficar o dia todo na praia, é preciso estudar, praticar e evoluir por completo como atleta e pessoa.


O mais importante ainda é só consumir produtos de marcas do esporte, ou que, pelo menos, invistam no esporte. Para que o esporte cresça é preciso ter grandes empresas em nosso meio.

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