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Bodyboarder vtima fatal de ataque de tubaro nas Ilhas Reunio

Postado em 22.09.2011

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A comunidade do bodyboarding comove-se com a notícia de mais um ataque fatal de tubarão, desta vez nas Ilhas Reunião.

Mathieu Schiller já foi campeão de bodyboarding, mas mesmo com toda a sua experiência, ele foi dado como desaparecido, após ter sido atacado por um tubarão enquanto surfava nesta última segunda feira, dia 19 de setembro. Os amigos que estavam com ele tentaram resgatá-lo, mas uma onda o fez submergir. A busca pelo corpo foi realizada, mas sem sucesso até o momento. 

Uma reunião de emergência foi realizada na prefeitura local na mesma tarde em que ocorreu o ataque para que ações possam ser definidas a fim de evitar mais tragédias. A primeira delas é delimitar a área para a prática de esportes aquáticos.


Além de ser atleta profissional, Mathieu era salva vida e também tinha diploma de instrutor para dar aulas em sua escola própria de surf. Ele se mudou para as Ilhas Reunião em 1979, quando tinha apenas 6 meses. Cresceu na linda praia de Boucan Canot, então naturalmente ele procurou o mar, e ainda mais especificamente o bodyboarding. Começou a competir em 1993 e rapidamente conquistou resultados expressivos. Em 1994, por exemplo, ele foi campeão francês e, em 1995, finalizou o Circuito Europeu em 7º lugar.


Amaury Lavernhe está muito envolvido com este ocorrido, além de estar muito triste com a perda deste bodyboarder. “O ataque me afeta muito diretamente, pois ele era uma pessoa que conhecia muito bem. Ele era meu ídolo quando eu era criança, inclusive tenho um autógrafo dele em casa. Ele era um grande amigo, tanto que na semana passada estivemos juntos na comemoração de um aniversário de um outro amigo em comum e ele estava ótimo. Não é possível acreditar que isso tenha acontecido.”

As autoridades locais alertam que a indicação no momento do ataque era a bandeira vermelha. Todavia, isso corresponde à força de swell e alerta sobre o perigo em relação às ondas para os banhistas, mas não para os praticantes do esporte que justamente precisam de condições mais fortes de ondas para surfar. A água estava clara e não havia condições propícias de perigo.


Em julho, o atleta lutava para que as medidas fossem tomadas para conter os ataques. E por isso, o primeiro passo deveria ter sido tomado em fevereiro, quando houve o primeiro ataque fatal a um surfista.

Existem formas de conviver com os tubarões e países como a África do Sul, Hawaii e Austrália já estão à frente neste assunto.


 

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